Amor de três em três…

Ela não disse ‘adeus’, disse ‘eu te amo’.

Ela está certa, não há o que se dramatizar, apenas o que se gozar o que há para se gozar e sofrer o que há para se sofrer, assim, sem mimimis.

Mas não é só a distância, é a mudança e o medo do fim. O medo de que um dos dois mude de ideia. Que um dos dois encontre algo melhor.

Medo egoísta, mas altruísta: desejo não encontrar algo melhor, mesmo que ela encontre.

Não é só o medo, é a saudade da ternura de cada segundo próximo, desde o primeiro, naquela suave dança totalmente aleatória.

Dizem que o amor que nasce de uma dança, quando nenhum dos dois sabe dançar, é duradouro e intenso.

Se não dizem, pretendo viver para dizer. Um amor a dois, de três em três.

Eu não disse ‘adeus’, disse ‘estamos juntos’.

E estamos.

E que sorte, a nossa.

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